terça-feira, 13 de julho de 2010

Uma inscrição de 3.400 anos é descoberta em Jerusalém

A mais antiga inscrição encontrada até hoje em Jerusalém, um 
fragmento de uma tabuleta de argila de 3.400 anos de idade, foi 
descoberta recentemente na Cidade Santa, informaram nesta segunda-feira 
os arqueólogos que fizeram a descoberta.  Foto:/AFP
A mais antiga inscrição encontrada até hoje em Jerusalém, um fragmento de uma tabuleta de argila de 3.400 anos de idade, foi descoberta recentemente na Cidade Santa, informaram nesta segunda-feira os arqueólogos que fizeram a descoberta. Foto:/AFP


Seg, 12 Jul, 10h10


JERUSALÉM (AFP) - A mais antiga inscrição encontrada até hoje em Jerusalém, um fragmento de uma tabuleta de argila de 3.400 anos de idade, foi descoberta recentemente na Cidade Santa, informaram nesta segunda-feira os arqueólogos que fizeram a descoberta.

O fragmento, de apenas 2 cm por 2,8 cm, possui uma inscrição em acádio cuneiforme, o idioma diplomático da época, e é um testemunho da importância que a cidade já tinha na Idade do Bronze, afirmam os arqueólogos.

A tabuleta foi encontrada na parte oriental da cidade, anexada por Israel depois da guerra de 1967, ao sul da esplanada das Mesquitas.

O texto do fragmento é muito pequeno para poder ser decifrado, pois, segundo o assiriólogo Wayne Horowitz, da Universidade hebraica de Jerusalém, encarregado de sua análise, a excelente qualidade da escritura demonstra que "é obra de um escriba altamente qualificado, a serviço do rei de Jerusalém".

Os cientistas aventam a hipótese de que se trata de uma correspondência entre esse rei cananeu e o faraó Akenaton.

Tabuinhas do mesmo tipo e da mesma época foram encontradas no final do século XIX no Egipto. Nas que puderam ser decifradas, havia pedidos de ajuda enviados ao faraó por seus vassalos na Palestina.

Fonte: http://br.noticias. yahoo.com/ s/afp/100712/ saude/israel_ jerusal__ m_arqueologia

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Cleópatra suicidou-se com cocktail de drogas

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Um cientista alemão revelou que a Cleópatra não morreu de uma mordida de serpente, mas sim pela ingestão de um cocktail de drogas, noticia o "Daily Mail". A lenda reza que a Rainha do Nilo foi vítima de uma cobra egípcia.

No entanto, o professor e historiador Christoph Schaefer refere que a mordidela de uma cobra teria provocado uma morte lenta e agonizante, prolongada durante dias, deixando-a desfigurada.

"A Rainha Cleópatra era famosa pela sua beleza e não é provável que se tenha sujeitado a uma morte longa e desfigurante" , afirmou o historiador. "Cleópatra queria continuar bonita, mesmo depois de morta, para preservar o mito", referiu Schaefer, acrescentando que a mordidela da cobra seria um método muito incerto e moroso.

O noivo de Cleópatra, Marco António, suicidou-se após perder uma batalha e, de acordo com a tradição, ela teria que se matar com uma picada de serpente.

Fonte: http://cafehistoria .ning.com/ ?xg_source= msg_mes_network

Tumba de Pai e Filho descobertas em Saqqara

A noticia chegou ontem de que arqueólogos descobrem duas tumbas egípcias antigas, pertencentes a pai e filho na necrópole de Saqqara. A tumba muito bem decorada cravada na rocha foi descoberta na semana passada  mas ainda não havia sido divulgada, parece que ela nunca foi roubada e isso a torna de grande importancia.
A descoberta foi feita durante as escavações de "Gisr El-Muder", proximo a pirâmide de Djoser, esta área ja vem sendo escavada desde 1968.
Dr. Zahi Hawass disse que as tumbas pertencem ao oficial Shendwa e seu filho Khonsu da 6a. dinastia.
A tumba mais antiga consiste em uma porta falsa pintada com diferentes títulos do dono da tumba.
Alguns dos títulos de Shendwa estão " Chefe dos escribas reais". A cena da porta mostra cenas do morto sentado na frente de uma mesa de oferendas.
Bem a frente da porta falsa há um passagem descendente com cerca de 20m. Dentro da passagem, o time descobriu um obelisco de 30cm e um relevo pintado.
O obelisco é um símbolo de adoração ao Deus Sol Rá.
Quando abeta, a tumba de Shendwa foi encontrada intacta . Os ladrões de tumbas nunca a invadiram, mas infelizmente o lindo sarcófago de madeira se deteriorou devido a umidade.
Juntamento ao sarcófado há uma coleção de de jarros de pedra, incluindo 5 vasos de oferendas em formato de pato, contendo ossos de pato dentro.
A tumba de Khonsu foi descoberta próxima a de seu pai. A equipe encontrou também uma porta falsa, e uma mesa de oferendas no lado oposto e um lintel decorado com símbolos da 6a. dinastia. Na porta falsa há uma lista dos títulos de Khonsy, a maioria deles relacionados a seu pai. Juntamente um pequeno relevo mostrando Khonsu em diferentes poses.
Devemos ter mais detalhes durante esta semana.


tombsaqqara

Fonte: Egiptologia Brasileira

terça-feira, 6 de julho de 2010

Historiador desvenda código secreto de Platão

Código secreto de Platão é desvendado por historiador
Um cientista da Universidade de Manchester, na Inglaterra, afirma ter desvendado o "O Código de Platão" - mensagens secretas que estariam escondidas nos escritos do grande filósofo grego e que vêm desafiando os estudiosos há mais de dois mil anos.

Platão foi uma espécie de Einstein da Idade de Ouro da Grécia. Seu trabalho está na base de toda a cultura e da ciência ocidentais.

Com isto, os resultados do trabalho do Dr. Jay Kennedy poderão revolucionar a história das origens do pensamento ocidental - além de ser um feito na área da criptografia comparável apenas à decifração dos hieróglifos egípcios, realizado pelo francês Jean-François Champollion, com a ajuda da Pedra de Roseta, em 1822.



O livro da natureza
Em seu artigo, o Dr. Kennedy revela que Platão usou um padrão regular de símbolos, herdados dos seguidores de Pitágoras, para dar a seus livros uma estrutura musical.
Os códigos escondidos em sua obra mostram que Platão antecipou a Revolução Científica cerca de 2000 anos antes de Isaac Newton, descobrindo a sua ideia mais fundamental - a noção de que "o livro da natureza" está escrito em linguagem matemática.
Um século antes, Pitágoras havia dito que os planetas e as estrelas produzem uma música inaudível aos ouvidos humanos comuns, uma "harmonia das esferas". Em seus livros, Platão tentar imitar as harmonias dessa música.
O código secreto de Platão
O Dr. Kennedy passou meros cinco anos estudando a escrita de Platão - a maioria dos filósofos faz isso a vida toda, embora com outros objetivos - e descobriu que em sua obra mais conhecida, a República, o filósofo grego colocou grupos de palavras relacionadas à música depois de cada duodécimo do texto - em um doze avos, dois doze avos, e assim por diante.
Esse padrão regular representa as doze notas da escala musical grega. Algumas notas são harmônicas, outras dissonantes. Nos pontos onde estão as notas harmônicas, ele descreveu sons associados com o amor ou o riso, enquanto os pontos onde estão as notas dissonantes foram marcados por sons ou gritos de guerra ou de morte.
Este código musical foi a chave para desvendar todo o sistema simbólico de Platão - o "código secreto de Platão".
"Quando lemos seus livros, as nossas emoções seguem os altos e baixos de uma escala musical. Platão toca seus leitores como se eles fossem instrumentos musicais," diz o pesquisador.
Evangelhos de Platão
Para quebrar o código de Platão, o pesquisador afirma não ter havido milagres: "Não houve uma Pedra de Roseta. Para anunciar um resultado como este eu precisava de provas rigorosas e independentes, baseadas em evidências cristalinas. "
"O resultado foi incrível - foi como abrir uma tumba e encontrar uma nova série de evangelhos escritos pelo próprio Jesus Cristo. Platão nos enviou uma cápsula do tempo," entusiasma-se ele.
Apesar de já ter apresentado seu trabalho e discutido o resultado com colegas em alguns eventos científicos, o trabalho deverá gerar controvérsias, porque os historiadores modernos sempre negaram que havia códigos secretos na obra de Platão.
"Isto é o começo de algo grandioso. Levará uma geração para traçarmos as implicações [desta descoberta]. Todas as 2000 páginas [de Platão] contêm símbolos até agora não detectados," defende o pesquisador.
Filosofia secreta de Platão
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010850100630-pitagoras.jpg
[Imagem: Platão usou um padrão regular de símbolos herdados dos seguidores de Pitágoras para dar a seus livros uma estrutura musical.]
"Os livros de Platão desempenharam um papel essencial na fundação da cultura ocidental, mas eles são misteriosos e terminam em enigmas," explica o Dr. Kennedy. "Na antiguidade, muitos dos seus seguidores afirmavam que os livros continham camadas ocultas de significado e códigos secretos, mas isto foi rejeitado pelos estudiosos modernos."
"É uma história longa e entusiasmante, mas basicamente eu desvendei o código. Eu demonstrei rigorosamente que os livros contêm códigos e símbolos e que a sua interpretação revela a filosofia secreta de Platão. "Esta é uma verdadeira descoberta, e não simplesmente uma reinterpretaçã o," afirma o historiador da ciência.
Se confirmado, realmente o achado não abre espaço para modéstia: um código secreto de Platão irá transformar a história do nascimento do pensamento ocidental e, especialmente, as histórias das antigas ciências, da matemática, da música e da filosofia.

A importância de Platão
Platão nasceu quatro séculos antes de Cristo, escreveu 30 livros e fundou a primeira universidade do mundo, chamada de Academia. Ele era um feminista, permitindo que as mulheres estudassem na Academia e foi o primeiro grande defensor do amor romântico, em oposição a casamentos arranjados, por motivos políticos ou financeiros. Ele também defendeu a homossexualidade em seus livros. Em um episódio menos conhecido de sua vida, ele foi capturado por piratas e vendido como escravo, sendo mais tarde resgatado por amigos.
"A importância de Platão não pode ser exagerada. Ele mudou a humanidade de uma sociedade guerreira para uma sociedade da sabedoria. Hoje os nossos heróis são Einstein e Shakespeare - e não cavaleiros de armaduras brilhantes - por causa dele," diz o Dr. Kennedy.

Female 'gladiator' remains found in Herefordshire


Roman remains
Archaeologists in Herefordshire have uncovered the remains of what could possibly be a female gladiator.
Amongst the evidence of a Roman suburb in Credenhill, they have found the grave of a massive, muscular woman.
The archaeological Project Manager, Robin Jackson, said: "Maybe the warrior idea is one that you could pursue, I'll leave that to people's imaginations."
Her remains were found in a crouched position, in what could be a suburb of the nearby Roman town of Kenchester.
She was found in an elaborate wooden coffin, reinforced with iron straps and copper strips, which indicate her importance.
Robin Jackson said: "When we first looked at the leg and arm bones, the muscle attachments suggested it was quite a strapping big bloke, but the pelvis and head, and all the indicators of gender, say it's a woman."
"The coffin would have been made of wood - we haven't got any of the wood left, but we've got the nails around the outside then three huge giant straps that run all the way around the coffin, and also bronze strips on the corners which would have probably strengthened it, but probably decorated it.
"It's quite an elaborate and probably a very expensive coffin, and yet the person in it looked like they had a hard working life, and so there's an anomaly there."
An offering of beef and a fired pot were also found in the grave, and she was buried on top of a base of gravel.
Also unusual was the place where she was buried - in the suburb, instead of in a cemetery on the edge of the settlement, which was the law in Roman times.
Herefordshire Council say on their website: "There were no weapons buried in the grave with her, nor are there any other objects which might be indicative of this having been a gladiator."
Excavations
This archaeological find is as a result of excavations in advance of the construction of the Yazor Brook Flood Alleviation Scheme, which will protect homes and businesses in Hereford.
The road east from Kenchester was constructed by the Roman army in the mid 1st century AD, as they pushed westwards into Wales.
Very little was known previously about the suburb which grew up beside this road, however, preliminary results suggest that the main period of development for the suburb was the 2nd and 3rd centuries AD, and that it was much more extensive and densely occupied than had previously been thought.
Roman findings
Archaeological discoveries made in fields near Credenhill
Well preserved remains
Trial work, undertaken in 2009, showed that the area contains the well-preserved remains of Roman buildings, yards and rubbish pits situated to either side of a major Roman road, which ran east out of the town.
These form part of an important Roman suburb, which developed alongside the road, but now lies buried, along with the rest of the town, beneath fields and a footpath.
A team of archaeologists from Worcestershire Historic Environment and Archaeology Service, working in close co-operation with Amey Consulting and Herefordshire Council's archaeology team, are carefully excavating a 10-metre wide corridor, to allow the flood culvert to be built across this area.
A huge amount of information has already been gleaned, and this is beginning to allow the archaeologists to gain an understanding of this part of the town.
It is hoped that by the time the excavation is completed, at the end of July 2010, the archaeological team will have built up a detailed understanding of the development and nature of this Roman suburb.

Fonte: BBC

Mil múmias próximo a Pirâmide de Snefru

A cerca de 4,600 anos atrás o faraó da terceira dinastia chamado Snefru construiu uma das maiores projetos da história da humanidade.
Por alguma razão ainda desconhecida ele decidiu construir quatro pirâmides em diferentes locais do Egito Antigo – duas foram construídas em Dashur , uma em Meidum e uma em um local chamado Seila.
Hoje uma equipe de arqueólogos da Universidade de Brigham Utah tentar descobrir qual seria a finalidade destas 4 construções.
No entanto a equipe precisa também decifrar outro enigma interessante. Próximo a pirâmide de Seila existe um cemitério com milhões de múmias. O Professor Kerry Muhlestein realmente estima que sejam milhões delas. Somente uma pequena porcentagem foi desenterrada e esta equipe já escava neste sítio arqueológico há 30 anos.  No entanto o cemitério parece não pertencer a época de Snefru , mas a outras dinastias.  Boa parte do cemitério parece ser dos períodos Greco-Romano , Ptolomaico e também Bizantino. Periodos que teriam iniciado quando Alexandre o Grande entrou no Egito em 332 AC.
O Prof. Kerry acredita que o fato deste local ter tantas múmias seja talvez por ser considerado um local sagrado, então mesmos as pessoas que não morriam naquele local ou nas proximidades eram trazidas para serem enterradas ali . No entanto até que evidências escritas sejam encontradas não se pode afirmar isso com absoluta certeza. A equipe irá continuar os estudos na região a fim de obter maiores detalhes. 

Fonte: Egiptologia Brasileira

Arqueólogos encontram túmulo do faraó Seti I

Uma missão de arqueólogos descobriu no Vale dos Reis, na cidade de Luxor, o último trecho de um corredor subterrâneo que conduz ao túmulo do faraó Seti I, pai de Ramsés II e que reinou no Egito entre 1314 e 1304 antes de Cristo.

O Conselho Supremo de Antiguidades (CSA) anunciou nesta quarta-feira em comunicado que a descoberta aconteceu após uma busca que durou aproximadamente 200 anos nesta zona de Luxor, a cerca de 600 quilômetros ao sul do Cairo.
Foi a primeira vez na qual os arqueólogos conseguem descobrir totalmente um corredor escavado nas rochas de até 174,5 metros de longitude, que leva a um túmulo de 98 metros de profundidade, segundo o secretário-geral do CSA, Zahi Hawas.
Dentro do corredor, os arqueólogos encontraram peças de cerâmica que datam da dinastia XVIII (1569-1315 a.C.), escadas decoradas com inscrições e a maquete de um barco.
Durante as escavações, os arqueólogos encontraram, além disso, outro corredor de seis metros de comprimento e cuja entrada tem inscrições que contêm as instruções dadas pelo arquiteto aos operários responsáveis pela construção.
A construção do primeiro corredor principal foi suspensa com a morte de Seti I, após a qual Ramsés II começou a construir um túnel igual dentro de sua própria tumba.
O corredor que conduz ao túmulo de Seti, já descoberto, foi encontrado em 1817 pelo aventureiro italiano Giovanni Belzoni, que conseguiu passar pelos primeiros cem metros deste túnel.
Entre 1903 e 1908, o arqueólogo britânico Howard Carter, que descobriu o túmulo de Tutancâmon em 1922, restaurou a entrada do corredor, cuja escavação foi contínua ao longo dos anos até agora.


Fonte: Farol de Alexandria