segunda-feira, 31 de maio de 2010
Túmulo com mais de 3.000 anos é descoberto próximo à capital do Egito
Monumento foi descoberto na área da necrópole de Saqqara.
Arqueólogos egípcios descobriram próximo ao Cairo um grande túmulo com mais de 3.000 anos e pertencente a uma alta autoridade da era faraônica.
Arqueólogos exploram palácio submerso da rainha Cleópatra
Autoridades egípcias divulgaram nesta terça-feira uma imagem da exploração subaquática nas ruínas do templo de Isis, na ilha real de Antirhodos, no leito do mar do porto de Alexandria, no Egito. O templo de Isis foi o local de onde a rainha Cleópatra governou. As informações são da agência AP.
Uma equipe internacional de mergulhadores liderada pelo arqueólogo subaquático francês Franck Goddio, da Hilti Foundation, está usando tecnologias avançadas para explorar as ruínas submersas do palácio e do complexo do templo de Isis. Na imagem, um mergulhador inspeciona blocos de pedra calcária que fazem parte do templo.
Para realizar as explorações neste local, considerado um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos do mundo, os cientistas escavam cuidadosamente e recuperam artefatos impressionantes da última dinastia a governar o Egito antigo, por volta do ano 30 a.C.
Fonte: Terra
Uma equipe internacional de mergulhadores liderada pelo arqueólogo subaquático francês Franck Goddio, da Hilti Foundation, está usando tecnologias avançadas para explorar as ruínas submersas do palácio e do complexo do templo de Isis. Na imagem, um mergulhador inspeciona blocos de pedra calcária que fazem parte do templo.
Para realizar as explorações neste local, considerado um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos do mundo, os cientistas escavam cuidadosamente e recuperam artefatos impressionantes da última dinastia a governar o Egito antigo, por volta do ano 30 a.C.
Fonte: Terra
Coliseu abrirá corredores subterrâneos fechados por 15 séculos
Projeto de US$ 28 milhões permitirá que visitantes vejam locais que abrigavam gladiadores e leões.
Um dos principais marcos turísticos da Itália, o Coliseu, vai abrir seus corredores subterrâneos para o público pela primeira vez.
A rede de celas e túneis abrigava na Antiguidade, animais, gladiadores, escravos e pessoas que eram jogadas aos leões e tigres para entretenimento do público, que chegava a 50 mil pessoas.
Milhões de turistas visitam o Coliseu todos os anos, mas as áreas subterrâneas eram consideradas muito frágeis e por isso estavam fechadas.
O custo do projeto foi de US$ 28 milhões e agora o minucioso trabalho de proteger as frágeis estruturas está quase no fim.
O Coliseu, um dos símbolos do Império Romano, deixou de ser utilizado como espaço para entretenimento no século 6.
Fonte: G1 clique aqui
A rede de celas e túneis abrigava na Antiguidade, animais, gladiadores, escravos e pessoas que eram jogadas aos leões e tigres para entretenimento do público, que chegava a 50 mil pessoas.
Milhões de turistas visitam o Coliseu todos os anos, mas as áreas subterrâneas eram consideradas muito frágeis e por isso estavam fechadas.
O custo do projeto foi de US$ 28 milhões e agora o minucioso trabalho de proteger as frágeis estruturas está quase no fim.
O Coliseu, um dos símbolos do Império Romano, deixou de ser utilizado como espaço para entretenimento no século 6.
Fonte: G1 clique aqui
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Mergulhadores encontram relíquias egípcias do palácio de Cleópatra
Uma pequena estátua de cerca de 2.500 anos é mostrada a bordo do barco de pesquisas Princess Duda, ancorado em Alexandria, no Egito. Uma equipe internacional de arqueólogos mergulhadores liderados pelo francês Franck Goddio está usando tecnologia avançada para explorar as ruínas submersas de um palácio e de um templo onde Cleópatra governou. (Foto: Ben Curtis/AP Photo)
Para ver a imagem clique aqui.
Fonte: G1
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Fonte: G1
Arqueólogos encontram 'dicas' em tumba de como viver no 'além'
Inscrições foram localizadas na tumba da rainha Behenu no Egito.
Hieróglifos recomendavam dieta para a rainha não passar fome.
A rainha Behenu é um personagem misterioso, do qual pouco se sabe, a não ser que tinha sua própria pirâmide de 25 metros, descoberta há três anos em Saqara, a antiga Menfis.
Da múmia da rainha, ladrões deixaram apenas restos de uma mandíbula, com a qual os cientistas pretendem determinar com que idade ela morreu.
Trabalhando na tumba bastante danificada da misteriosa rainha, que viveu uns dois mil anos antes de Cristo, arqueólogos franceses encontraram também milhares de fragmentos de textos religiosos, que estão entre os mais antigos do mundo.
Os egípcios de quatro mil anos atrás não tinham dúvidas sobre a vida após a morte. Deixaram para a rainha, inscrito em pedra, até uma espécie de manual de sobrevivência após a morte do corpo.
Os hieróglifos recomendavam qual a dieta, pão e frutas, para a rainha não passar fome no outro mundo e traziam instruções sobre como subir às estrelas do céu do norte, onde os reis, acreditavam os egípcios, podiam chegar voando, subindo uma rampa ou mesmo uma escada.
Hieróglifos recomendavam dieta para a rainha não passar fome.
Trabalhando numa tumba, já muito depredada por ladrões, arqueólogos franceses descobriram, no Egito, inscrições ensinando a múmias como viver no próximo mundo.
A rainha Behenu é um personagem misterioso, do qual pouco se sabe, a não ser que tinha sua própria pirâmide de 25 metros, descoberta há três anos em Saqara, a antiga Menfis.
Da múmia da rainha, ladrões deixaram apenas restos de uma mandíbula, com a qual os cientistas pretendem determinar com que idade ela morreu.
Trabalhando na tumba bastante danificada da misteriosa rainha, que viveu uns dois mil anos antes de Cristo, arqueólogos franceses encontraram também milhares de fragmentos de textos religiosos, que estão entre os mais antigos do mundo.
Os egípcios de quatro mil anos atrás não tinham dúvidas sobre a vida após a morte. Deixaram para a rainha, inscrito em pedra, até uma espécie de manual de sobrevivência após a morte do corpo.
Os hieróglifos recomendavam qual a dieta, pão e frutas, para a rainha não passar fome no outro mundo e traziam instruções sobre como subir às estrelas do céu do norte, onde os reis, acreditavam os egípcios, podiam chegar voando, subindo uma rampa ou mesmo uma escada.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Evento: Memória e Identidade no Mundo Antigo
Memória e Identidade no Mundo Antigo
XI Jornada de História Antiga
Reunião do GT - História Antiga (ANPUH/RS)
Data: 26 a 28 de maio de 2010
Local: Auditório do Colégio São José
Promoção:
ICH-UFPel
CEAM-ICH-UFPEL
GT - História Antiga (ANPUH/RS)
Coordenadores:
Fábio Vergara Cerqueira – Diretor do Instituto de Ciências Humanas / UFPEL
Caterine Henriques Mendes – Coordenador do GTHA-RS-ANPUH
Secretaria e coordenação da comissão de apoio:
Katia Amorim Macedo
Informações pelo telefone 81352175 e 32845523.
Inscrições: no local, a partir das 18 horas, e na secretaria do ICH, no dia 25, a partir das 15 horas
APRESENTAÇÃO
Os estudos sobre o mundo antigo têm se caracterizado pela preocupação em acompanhar debates teóricos contemporâneos, fazendo cair por terra o preconceito de que estariam desconectados das questões atuais.
Nos últimos anos, a antiguidade tem sido vista e revista sob a influência de conceitos como globalização, diversidade, fronteira, etnicidade, memória e identidade.
A XI Jornada de História Antiga, realizada em 2009, conjuntamente ao I Encontro de Estudos Medievais, coordenado pela professora Rajene Jardim, iniciou um ciclo de debates sobre paradigmas pós-modernos. Após refletirmos sobre a diversidade cultural, na décima edição do evento, propomos agora, na XI Jornada de História Antiga, trazer ao público interpretações balizadas nos conceitos de memória e identidade, abordados por meio de várias interconexões conceituais e temáticas: deveres de memória; memória e procedimentos legais, memória e práticas funerárias, memória e arte; memória e história, memória e musas, retórica e história; memória, escrita da história e tradição; identidade e tradições culturais, identidade e divindades, memória e religiosidade, contatos entre identidades religiosas.
Ao apresentarmos o impacto destes conceitos sobre pesquisas de História antiga desenvolvidas no Rio Grande do Sul, esperamos contribuir para enriquecer este debate, por meio do qual a historiografia atual se apropria da perspectiva antropológica fomentada pelos conceitos de memória e identidade. Estes conceitos integram as áreas dos dois programas de mestrado em funcionamento no Instituto de Ciências Humanas, o Mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural e o Mestrado em História, que tem como áreas de concentração Fronteiras e Identidade.
Começamos a ver que uma outra Antigüidade é possível, abandonando modelos interpretativos rígidos, empiristas e mecanicistas, em prol de uma epistemologia da diversidade e da fluidez das dinâmicas culturais e interações cotidianas, epistemologia em que memória e identidade desempenham papel crucial.
Fábio Vergara Cerqueira
Coordenador da XI Jornada de História Antiga
Caterine Henriques Mendes
Coordenadora do GT de História Antiga da ANPUHRS
PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira – 26/05/2010
19:30 – Abertura
19:40 – Conferência de Abertura
Memória e regimes memoriais: elementos para um debate contemporâneo"
Maria Letícia Mazzucchi Ferreira (UFPEL)
Quinta-feira – 27/05/2010
08:00 às 10:00
Minicurso: Tópicos de Iconografia da Grécia Antiga
Pedro Luis Machado Sanches (UFPEL) e Fábio Vergara Cerqueira (UFPEL)
10:30 às 11:30
Retórica e história N'os sertões, de Euclides da Cunha: O Ethos do historiador.
Anderson Zalewski Vargas (UFRGS)
14:00 às 15:30
A memória no procedimento legal de Gortina: uma análise de duas inscrições do primeiro quarto do século V a.C.
Luis Fernando Telles Dajello (mestrando em História - UFRGS)
Práticas funerárias e memória familiar em Atenas: tradição e pólis em conflito
Kátia Amorim Macedo (Graduada em História – Especializanda em Educação – UFPEL)
16:00
Modelos educativos nas Biografias de Plutarco: identidade, memória e tradição cultural grega no Império romano
Fábio Vergara Cerqueira (UFPEL)
19:30
Deir el Medina: identidades, divindades e o Mar Mediterrâneo!
Margaret Marchiori Bakos (PUCRS)
Sexta-feira – 28/05/2010
08:00 às 10:00 – Minicurso:
Minicurso: Tópicos de Iconografia da Grécia Antiga
Pedro Luis Machado Sanches e Fábio Vergara Cerqueira (UFPEL)
10:30 às 11:30
Quem sabe: "Musa e memória antes da História"?
Francisco Marshall (UFRGS)
14:00 às 15:00
Memória, história e arte na Mesopotâmia
Katia Maria Paim Pozzer (ULBRA)
16:00 às 17:00
Os evangelhos como fonte no estudo da memória e identidade cristã
Caterine Henriques Mendes (Mestranda em Memória e Patrimônio– UFPEL)
Escatologia e Apocalíptica de matriz judaica e sua influência no pensamento gnóstico cristão
Luis Artur Janes Silva (Graduado em História – UFPEL)
19:30 às 21:30
Cristianismo e identidades culturais no séc. IV: relações entre cristãos e não cristãos na sociedade tardo-imperial
Edalaura Berny Medeiros (Graduada em História – UFPEL)
Tito Lívio e a escrita da história: entre memória, monumenta e tradição.
Marco Antonio Collares (Graduado em História – UFPEL. Mestre em Historia – UNESP/Franca)
Tumba do Visir Amen-Hotep, Huy
A equipe do arqueólogo Francisco Valentin do Instituto De Estudo del Antiguo Egipto, descobriu esta semana cerca de 4.000 objetos entre fragmento e peças de todo tipo que ajudaram a revelar um pouco mais sobre a historia do Visir que viveu durante o reinado de Amenhotep III cerca de 1360-1353AC. A tumba tem 1.000m2 de superfície e 6 de profundidade , até agora apenas 54m2 foram explorados.
Até agora 700 colares foram encontrados, entre outros objetos e fragmentos. Uma estatueta de uma concubina da XIX dinastia do período ramesida também foi revelada juntamente com algumas inscrições em papiros. A tumba é inédita e os pesquisadores estão muito animados com a descoberta.
Um outro achada interessante indica que o local era utilizado como sagrado, pois cerca de 30 orelhas de madeira foram encontradas no local. Isso indica que as pessoas a utilizavam para serem ouvidas em suas preces. A equipe possui 45 pessoas e tudo está sendo muito bem coordenado de acordo com as normas do governo egípcio, mencionou Francisco.
O sitio está localizado em Luxor – antiga Tebas e deve continuar sendo escavado por um bom tempo. Fonte: Egiptologia Brasileira
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